Ando por lugares,
Épocas.
Vejo pessoas:
Nem conhecidos;
Nem inimigos.
Estou no presente,
No futuro
E deteriorando-me
No passado.
Já perdi noção do tempo.
E já não quero mais conta-lo.
Já nem sei mais
O porque estou aqui,
Mas eu estou.
As vezes sem vontade de ficar.
Que estranha essa tal de vida!
Que me mantêm presa
A uma existência inexistente!

Nenhum comentário:
Postar um comentário